TRIBUTO A EMÍLIO SANTIAGO

Emílio Santiago

Emílio Santiago

A voz robusta e ao mesmo tempo suave e agradável de se ouvir, calou-se, presencialmente, em 20 de março de 2013, no entanto, sua obra permanecerá.

Seu nome completo é Emílio Vitalino Santiago, nasceu no Rio de Janeiro, em 6 de dezembro de 1946, e apaixonado pela Bossa Nova, começou a cantar em festivais universitários nos anos 70, quando ainda freqüentava a faculdade de direito. Naquela época, participou de programas de calouros na televisão, chegando, inclusive, às finais de um concurso no programa Flávio Cavalcanti, na TV Tupi. Em 1973 lançou o primeiro compacto, com as canções Transa de amor e Saravá Nega, que lhe propiciou maiores participações em programas de rádios e de televisão. Gravou dezenas de discos e CDs.

Discografia:

Ano de lançamento

Nome da obra musical

1975

Emílio Santiago

1976

Brasileiríssimas

1977

Comigo é Assim

1977

Feito para Ouvir

1978

Emílio

1979

O Canto Crescente de Emílio Santiago

1980

Guerreiro Coração

1981

Amor de Lua

1982

Ensaios de Amor

1983

Mais que um Momento

1984

Ta na Hora

1988

Aquarela Brasileira

1989

Aquarela Brasileira 2

1990

Aquarela Brasileira 3

1991

Aquarela Brasileira 4

1992

Aquarela Brasileira 5

1993

Aquarela Brasileira 6

1995

Aquarela Brasileira 7

1995

Perdido de Amor

1996

Dias de Lua

1997

Emílio Santiago

1998

Emílio Santiago

1998

Emílio Santiago

2000

Bossa Nova

2001

Um Sorriso nos Lábios

2003

Emílio Santiago Encontra João Donato

2005

O Melhor das Aquarelas

2007

De um Jeito Diferente

2010

Só Danço Samba

Nossa reverência ao grande Emílio Santiago!

José Roberto Del Valle Gaspar

José Roberto Del Valle Gaspar

Anúncios

LUCIO DALLA

LUCIO DALLA

Lucio Dalla nasceu em Bologna em 04 de março de 1943. Começou a tocar desde pequeno. Seu primeiro instrumento foi o acordeon. Aos quatorze anos começou também a tocar clarineta e em seguida estudou várias formações do jazz. Sua estréia oficial na música foi em 1964, com a ajuda de Gino Paoli, tendo um estilo inspirado em James Brown, Ray Charles e Otis Redding.

Lucio Dalla começou a ter grande destaque com as canções “4/3/1943” e “Gesù Bambino”. Logo, aparecem os sucessos “Piazza Grande”, Il Gigante e la Bambina” e “Itaca”. De 1974 a 1977, Dalla mudou de rota e inaugurou um tipo de espetáculo que envolveu o concerto e o teatro militante e abriu uma colaboração artística com o poeta bolognhese Roberto Roversi. O resultado dessa colaboração foi três álbuns históricos: “Il giorno aveva cinque teste”, “Anidride solforosa”, “Automobili” e outros espetáculos populares de grande sucesso.

Em 1977 com o álbum “Come è profondo il mare”, Lucio Dalla inaugurou a estação “cantautorale” e iniciou também como autor das próprias canções. Para Lucio Dalla existiu um período de anos com popularidade e recordes em vendas nos anos 1979 – 1981 através do inesquecível tour “Banana Republic”, com o colega Francesco De Gregori (com o homônimo “live”). Seguiu com o disco “Bugie” de 1985 e a música “Caruso”; canção que foi premiada na interpretação do tenor Luciano Pavarotti, vendendo mais de oito milhões de cópias, tornando-se a canção italiana mais conhecida no exterior, depois de Volare.

Em 1990, Dalla lançou um sucesso absoluto, a canção “Attenti al Lupo”, lançando o album “Cambio”, que obteve o recorde de vendas na Itália com quase 1.400.000 cópias.

Em 5 de setembro de 1996, Lucio Dalla, lançou o cd “Canzoni”, com onze canções inéditas que falam sobre o amor à vida. A grande melodia do álbum “Canzoni”, é a energia da música “Domani”; uma declaração de amor romântica.

A música “Ayrton” foi dedicada aos últimos instantes da vida do piloto brasileiro Ayrton Senna, morto fatalmente em um acidente em maio de 1994.

Nos últimos anos lançou vários álbuns e fez concertos por vários países europeus. No ano de 2012 participou do famoso Festival de Sanremo, o mais popular prêmio da música popular italiana. Faleceu vítima de ataque cardíaco aos 68 anos na Suíça em 1º de março de 2012.

Discografia

Terra di Gaibola (1970)

Storie di casa mia (1971)

Il giorno aveva cinque teste (1973)

Anidride solforosa (1975)

Automobili (1976)

Come è profondo m mor (1977)

Lucio Dalla (1979)

Banana Republic (1979) com Francesco De Gregori

Dalla (1980)

Lucio Dalla (Q Disc) (1981)

Dalla 1983 (1983)

Viaggi organizzati (1984)

Bugie (1985)

DallAmeriCaruso (1986)

Dalla/Morandi (1988)

Cambio (1990)

Amen (1992)

Henna (1993)

Canzoni (1996)

Ciao (1999)

Live (2000, gravações de 1978)

Luna Matana (2001)

Lucio (2003)

12.000 lune [coletânea] (2006)

Il contrario di me (2007)

LucioDallaLive – La neve com m luna (2008)

Angoli nel cielo (2009)

Work in Progress – com Francesco De Gregori (2010)

Questo è moré (2011).

A biografia foi extraída do sítio da Rádio Italiana, e adaptada.

José Roberto Del Valle Gaspar

Em 04/03/2012

PERY RIBEIRO

Pery Ribeiro - Foto: FB

PERY RIBEIRO

         Faleceu ontem, 24/02/2012, em Niterói/RJ, aos 74 anos, o cantor e compositor Pery Ribeiro.

Pery Ribeiro nasceu no Rio de Janeiro, em 27/10/1937, era casado com Ana Duarte, e filho da grande Dalva de Oliveira e do grande Herivelto Martins, seu nome de nascimento é Peri Oliveira Martins.

Pery deixou seis irmãos, sendo quatro deles por parte de pai, um de pai e mãe, e uma irmã adotiva, por parte de mãe.

O artista Pery se espelhou na obra artística de seus pais, e desenvolveu sua carreira musical desde a infância, logo se tornando sucesso, e ainda na adolescência, iniciou-se como profissional.

Na infância, com apenas três anos, com sua mãe fez dublagem de “Branca de Neve e os Sete Anões”, da Disney, ele fazia a voz do anão “Dengoso” e Dalva a da Branca de Neve.

As informações são de que em 1959 adotou o nome artístico de Pery Ribeiro, sugerido pelo grande radialista César de Alencar.

O seu primeiro disco foi gravado em 1960, mesmo ano em que estreou como compositor com a música “Não Devo Insistir”, com Dora Lopes.

Em 1961 foi o intérprete de “Manhã de Carnaval” e “Samba de Orfeu”, ambas de Luiz Bonfá e Antônio Maria.

Foi Pery Ribeiro que gravou a primeira versão comercial da música “Garota de Ipanema”, sucesso em todo o mundo.

Ele gravou também 12 discos dedicados à Bossa Nova, embora sempre reclamasse de não ter sido reconhecido dentro do movimento.

A partir da década de 70, passou a desenvolver trabalhos mais direcionados ao Jazz, e ao lado de Leny andrade, viajou pelo México e Estados Unidos, onde atuou com a banda de Sérgio Mendes, que fez sucesso em todo o mundo.

Certamente, aqueles das gerações de 60 e 70, viveram suas infâncias e adolescências ouvindo Pery Ribeiro no rádio e o vendo e ouvindo na TV, portanto, deixou ele, gratas e indeléveis lembranças, nas infâncias e adolescências de milhões de brasileiros.

Grande Pery!

Meu Rio Glorioso

Pery Ribeiro

Volto a caminhar na mesma rua
A contemplar a mesma lua
Que brilhou no meu passado
Quando a minha vida era um brinquedo
Quando todo o enredo
Da minha história começou
Volto e sinto o cheiro de saudade
E vejo que a felicidade
Era um Rio glorioso onde eu nasci
Era um Rio tão amável,de sorriso e sol.

Um Rio tão alegre com seu futebol
Um Rio tão feliz sem violência e dor
Um Rio onde a Estrela Dalva
Emocionou cantando
Um Rio onde Herivelto
compos a vida amando
A paz tão carioca
Em carnavais de muito amor.

O PÓS-CARNAVAL

José Roberto Del Valle Gaspar

O PÓS-CARNAVAL

O pós-carnaval é uma ressacada geral, mesmo para os que não sambam e nem bebem umas e outras, o problema é que fica-se tanto tempo sem trabalhar, ou seja, sem fazer nada, que o ócio toma conta e vira ressaca.

No primeiro dia de trabalho, depois do carnaval, o colega pergunta:

– Como foi de carnaval?

E o adepto da ociosidade responde:

– Putz, estou cansado!

O “cansado” aí, deve ser de ver televisão, de coçar as pulgas do cachorro, de ver a escola de samba passar na avenida, ou ainda, de alguma república de turistas que não deixa ninguém dormir num raio de um quarteirão.

O trabalho é bom, mas ficar sem fazer nada é melhor, pensamos.

Na realidade, a rotina de trabalho é mais previsível, e o imprevisível é mais  estressante, o que não é bom para a saúde física e nem psicológica.

Então, salve o trabalho!

 

QUARTA-FEIRA DE CINZAS

Av. Dr. Américo Luz

QUARTA-FEIRA DE CINZAS 

            Muzambinho amanheceu se despedindo da festa carnavalesca de 2012, já sem música e barulho.

Turistas se recompondo e se preparando para viagens de volta, recolhendo pertences espalhados, arrumando as malas, recolhendo lixo, e, certamente, já focados em seus afazeres cotidianos.

O passivo urbano se vê nas jardinagens destruídas da Av. Dr. Américo Luz, no cheiro forte que exala de lá e das ruas laterais, e sendo o nosso cartão postal, não poderia ser palco de concentrações festivas como o carnaval, mas nossos dirigentes pensam e agem devagar, quase parando, e não se preocupam com investimentos preparatórios para receber os visitantes e turistas, que encontram uma cidade sem estrutura urbana adequada.

O sistema da COPASA não suporta a dobragem de usuários do período de carnaval, e, creio que os reservatórios foram praticamente esgotados, o que pudemos checar nas ligações diretas dos medidores, que saía só um fio de água, e isso significa que deve se investir em ampliações de captação e armazenagem, e ninguém fala nisso.

A ocupação de casas por quantidades enormes de pessoas, ou seja, de forma desordenada e sem fiscalização sanitária, é mais um problema a ser enfrentado, e o tempo passa e não se vê nenhuma evolução dos serviços públicos municipais nesse sentido, há um completo desleixo.

Outra coisa é a Defesa Civil Municipal, que embora existente com Diretoria, que, subentende-se, hajam pessoas nomeadas para cumprir as atribuições próprias do órgão, não se sabe onde fica e nem há qualquer informação sobre contato, arcando a Polícia Militar com toda as conseqüências da omissão administrativa, pois cabe à Defesa Civil fiscalizar e ordenar a ocupação urbana, o que não ocorre.

Muzambinho, um dos lugares mais freqüentados no carnaval do sul de Minas, desde já, deveria pensar no de 2013, preparando o município para o evento, pois as deficiências são enormes e visíveis a todos, lamentavelmente.

           

DIA DE CARNAVAL

José Roberto Del Valle Gaspar

DIA DE CARNAVAL

Hoje, vinte e um de fevereiro, dia de carnaval, que na verdade, é indicativo de fim de festa.

Os foliões acordaram mais tarde do que nos outros dias, é a ressacada geral, mas, certamente, ainda vão reunir energias para continuar até amanhã.

A música toca no fundo, amena, embalando os mais energizados, e servindo para despertar os prostrados.

O carnaval é assim, dizem que quando fica bom, acaba, mas as obrigações cotidianas têm que ser retomadas.

Mas, por enquanto, continuam suspensos os compromissos, até que o sol de amanhã surja no horizonte, chamando para a realidade do labor e do estudo.

Na república dos paulistas, a calmaria ainda é reinante, parece até improvável que haja reação, mas são imprevisíveis, podem ressurgir das cinzas.

Acabei de fazer a conjetura e dancei, o som foi aumentado, prenúncio de agitação, iniciando com axé de Cláudia Leitte.

Hoje, na Av. Américo Luz, tem Banda de Marchinhas, Grupo “Os Dragões”, e Banda Rosa Negra.

No Parque da Folia, do Bloco Vermes, tem Batom na Cueca e Fernanda Garcya.

E o carnaval de Muzambinho segue embalado pelos turistas.

 

 

SEGUNDA DE CARNAVAL

José Roberto Del Valle Gaspar

SEGUNDA DE CARNAVAL

A tarde de segunda de carnaval chega, e com ela, músicas de ressaca carnavalesca, sertanejas de Leandro e Leonardo, internacionais de Amy Winehouse, latinas, e Mamonas Assassinas, o que nos foi gratuitamente ofertado.

De repente, uma tentativa de colocar energia na festa, volta o “Usmen” com a música do bloco vermes, que é um sucessoem Muzambinho das Gerais, aliás, toca em todas as repúblicas.

O período de carnaval nos traz rememorações forçadas de músicas antigas, e “Funks” que nunca vimos, mas é uma salada interessante, de gosto diferenciado.

O seguidores do “Vermes e Cia.” já vão colocando seus uniformes/abadas, para a noitada com  Alexandre Peixe e Usmen, no Parque da Folia.

O carnaval de Muzambinho deve ser bom mesmo, os turistas só elogiam, e só de deixarem os carnavais tradicionais pelo Brasil afora, para estar na “Woodstock” do carnaval mineiro, é uma prova disso.

Na avenida, à noite, desfile das Escolas de Samba: Espelho da Liberdade e Estrela Dourada.

Depois das Escolas de Samba, segue show com o Grupo “K entre Nós”, e madrugada afora com a banda “Rosa Negra”.

Boa noitada a todos!

DOMINGO DE CARNAVAL

José Roberto Del Valle Gaspar

DOMINGO DE CARNAVAL

Muzambinho amanheceu com o sol tímido neste domingo de carnaval, que, no entanto, progressivamente, vai energizando os foliões para um novo dia.

Os da república dos paulistas, hoje já não acordaram cedo, a noitada, certamente, foi mais agitada, consumiu mais energia, exigindo um descanso mais prolongado.

Onze horas, abriram o som, “Funk”, depois, “Pagode”, para acordar a galera da ressaca, os prostrados ao chão, sem reação.

O pagode ouvido fala de sentimento, que para eles deve ser de dor de cabeça, dor no estômago, mas, deixando a brincadeira de lado, o ser humano é realmente movido por sentimentos.

O sentimento da liberdade é mais importante, pois sem liberdade não se vive a vida intensamente, e Minas é o berço da liberdade.

O carnaval segue seu ritmo, é só o começo, ainda tem muito pela frente.

No carnaval, somos embalados pelo som das galeras que se fazem presentes na cidade, não por escolha, mas é um período diferente, e, quando vão embora, fica a ressonância vibrante de suas estadas.

Agora deram um tempo, cortaram o som, e saíram, provavelmente para o alimentamento que o corpo exige.

Assim, apesar dos sobressaltos noturnos pontuais, próprios das urbes carnavalescas, resta a energia positiva que se deixa, pois como se diz: “o alto astral contagia”, e isso eles têm de sobra.

E a grande festa, símbolo da liberdade reinante, segue!

 

José Roberto Del Valle Gaspar

Muzambinho/MG, 19/02/2012

CRÔNICA DE CARNAVAL

José Roberto Del Valle Gaspar

CRÔNICA DE CARNAVAL

         Hoje, dezoito de fevereiro de 2012, sábado de carnaval, ouvi, desde manhã, vindo da república de turistas paulistas, ao lado da minha casa, gritos e músicas eletrônicas, logo depois, mais “light”, músicas sertanejas, destoando completamente do carnaval.

Mas, o que se vê, é que eles se divertem, dormem com todas as janelas e portas abertas, um vácuo de liberdade, de rebeldia, longe do mundo das clausuras das metrópoles de origem, e talvez seja isso mesmo que procuram, sem compromisso com nada, a “libertas Quae Será Tamen”, que a Minas de Muzambinho lhes oferece.

Agora, o Víctor de Léo cantam, já na “lightice”, “…quem canta os males espanta…”, e é isso que fazem enquanto a energia flui, depois, interrompe-se o som alto, transforma-se em barulho ambiente, vem o aquietante descanso de alguns, entrecortados por palavras e diálogos dos que não querem a quietude.

Ressaca, cura-se com latas e mais latas, seja de que marca for, o que importa é o viver aqueles momentos.

Nós, que acompanhamos o dia a dia desses jovens turistas no carnaval muzambinhense, há alguns anos, percebemos a enorme necessidade da juventude de extravasar e esquecer um pouco das obrigações, que ao longo dos anos, vem achatando cada vez mais a infância e a adolescência.

O que se exige dos adolescentes hoje é responsabilidade, responsabilidade e mais responsabilidade, não é mais como antigamente, em que a liberdade do “viver a vida” era o normal, não a exceção.

Escola em tempo integral, credo!, que coisa horrível!, e é mesmo!, é fruto do populismo político exacerbado!, irresponsável!, é desumano! E a juventude de hoje, salvo exceções, tem histórico de creches e educandários em tempo integral, para possibilitar que os pais trabalhem.

O que fazem com os adolescentes nos grandes centros urbanos, é um massacre, que só o carnaval e as festas pelo país afora podem socorrê-los, mesmo que por um período, um momento, podem sair da imposição social da segregação dos condomínios, e dos edifícios de puro concreto, sem vida, e também das escolas dos isolamentos.

Já ouço a música ser aumentada, agora é pagode, então, que vivam o momento deles, mesmo que isso passe também a ser o nosso, pela sociabilização do som/barulho.

José Roberto Del ValleGaspar

Muzambinho/MG

PROGRAMAÇÃO DO CARNAVAL DE MUZAMBINHO – 2012

Programação do Carnaval de Muzambinho - 2012

PROGRAMAÇÃO DO CARNAVAL DE MUZAMBINHO

Muzambinho já está agitada com a chegada de turistas de todo o país!

O clima já é de carnaval!

Espera-se que a festa ocorra com alegria e muita paz!

Abaixo, fotos da Tenda de Palco e da Praça de Alimentação!

Saudações aos visitantes e turistas!

Tenda que abriga o palco

Palco

Praça de Alimentação